sexta-feira, 5 de junho de 2009
Ainda a propósito da Feira Solidária
O texto que abaixo publicamos foi redigido por uma formanda da turma B, por solicitação da equipa que elabora o jornal da nossa escola, o "Terra Manuelina".
Nos dias 28, 29 e 30 de Abril o Curso EFA-NS organizou uma actividade integradora com o nome “Feira Solidária”.
A actividade durou apenas três dias, no entanto, para que tudo pudesse correr pelo melhor, tivemos que trabalhar muitos mais.
Desde cartazes, folhetos, convites e planificação. Esta última foi muito importante para que todos soubessem as respectivas tarefas e não sucedem atropelos inesperados durante a feira.
Modéstia à parte, acredito que organizamos tudo muito bem, desde as encomendas de bebidas e comida, passando pelos contactos com as atracções musicais, publicidade, etc.
Como acima referido, cada um tinha um lugar específico para trabalhar.
Eram duas barracas de rifas e duas de comes e bebes, ou seja, uma barraca de cada para cada turma.
Nas barracas de rifas podíamos encontrar entre outras coisas mochilas, serviços de café, peluches, bibelôs etc.
Nas barracas dos comes e bebes tivemos desde o caldo verde, bifanas, moelas, cachorros, peixes do rio, tordos, callos e sobremesas diversas.
Os primeiros passos desta actividade foram algo hesitantes. As pessoas estavam com receio que a adesão dos freixenistas não fosse grande. No entanto, começou a feira e reparamos que às 21:30 já tínhamos esgotado a comida e o que inicialmente temíamos estava bem longe de acontecer!
As hesitações iniciais foram ultrapassadas muito por causa da nobreza do objectivo que a feira encerrava: auxiliar pessoas desfavorecidas.
Foram 3 dias em grande. O resultado final superou todas as expectativas e foi um sucesso, e ainda bem que assim foi, pois tratou-se de uma feira solidária e como o nome assim o diz é para ajudar pessoas necessitadas.
Todos nós trabalhamos, foi um excelente trabalho de equipa!
Regina Faustino
Turma B Nº 7
REFLEXÃO ACERCA DA FEIRA SOLIÁRIA
Nos dias 28, 29 e 30 de Abril o Curso EFA-NS organizou uma actividade integradora com o nome “Feira Solidária”.
A actividade durou apenas três dias, no entanto, para que tudo pudesse correr pelo melhor, tivemos que trabalhar muitos mais.
Desde cartazes, folhetos, convites e planificação. Esta última foi muito importante para que todos soubessem as respectivas tarefas e não sucedem atropelos inesperados durante a feira.
Modéstia à parte, acredito que organizamos tudo muito bem, desde as encomendas de bebidas e comida, passando pelos contactos com as atracções musicais, publicidade, etc.
Como acima referido, cada um tinha um lugar específico para trabalhar.
Eram duas barracas de rifas e duas de comes e bebes, ou seja, uma barraca de cada para cada turma.
Nas barracas de rifas podíamos encontrar entre outras coisas mochilas, serviços de café, peluches, bibelôs etc.
Nas barracas dos comes e bebes tivemos desde o caldo verde, bifanas, moelas, cachorros, peixes do rio, tordos, callos e sobremesas diversas.
Os primeiros passos desta actividade foram algo hesitantes. As pessoas estavam com receio que a adesão dos freixenistas não fosse grande. No entanto, começou a feira e reparamos que às 21:30 já tínhamos esgotado a comida e o que inicialmente temíamos estava bem longe de acontecer!
As hesitações iniciais foram ultrapassadas muito por causa da nobreza do objectivo que a feira encerrava: auxiliar pessoas desfavorecidas.
Foram 3 dias em grande. O resultado final superou todas as expectativas e foi um sucesso, e ainda bem que assim foi, pois tratou-se de uma feira solidária e como o nome assim o diz é para ajudar pessoas necessitadas.
Todos nós trabalhamos, foi um excelente trabalho de equipa!
Regina Faustino
Turma B Nº 7
terça-feira, 2 de junho de 2009
Hábitos de reciclagem dos Freixenistas
No âmbito do Núcleo Gerador Programação, os formandos da turma B do curso EFA-NS da nossa escola elaboraram e puseram no terreno um questionário destinado a estudar os hábitos de reciclagem dos freixenistas. O mesmo decorreu durante a segunda quinzena do mês de Maio, tendo sido obtidos cem inquéritos correctamente preenchidos. Claro está, só foram abordadas pessoas residentes em Freixo de Espada à Cinta. Factores tais como idade, sexo ou profissão não foram tidos em conta.
1ª Questão – Lança, ainda que raramente, lixo para o chão?
Sim – 39%
Não – 61%
2ª Questão – Faz, habitualmente, a separação dos lixos domésticos?
Sim – 24%
Não – 76%
3ª Questão – Se não, porquê?
Comodismo – 32 pessoas (42,11%)
Falta de ecoponto – 28 pessoas (36,84%)
Outra razão – 16 pessoas (21,05%)
4ª Questão – Em que contentor do ecoponto coloca o papel?
Azul – 87% [Esta é a resposta certa]
Verde – 1%
Amarelo – 5%
Não respondeu – 7%
5ª Questão – Em qual coloca o vidro?
Azul – 2%
Verde – 91% [Esta é a resposta certa]
Amarelo – 0
Não respondeu – 7%
6ª Questão – Em qual coloca os pacotes de leite?
Azul – 37%
Verde – 2%
Amarelo – 52% [Esta é a resposta certa]
Não respondeu – 9%
7ª Questão – Em qual coloca as lâmpadas fundidas?
[Esta foi uma pequena armadilha que o grupo quis colocar no questionário]
Azul – 5%
Verde – 37%
Amarelo – 7%
Não respondeu – 51% [Esta é a resposta certa]
8ª Questão – Sabe distinguir ecoponto de ecocentro?
Sim – 85%
Não – 15%
Conclusões:
1ª – Ainda há muitos freixenistas a lançarem lixo para o chão.
2ª – São muito poucos os freixenistas que fazem a separação dos lixos domésticos. É necessário sensibilizá-los para a fazerem.
3ª – Entre os que a não fazem, o comodismo é a principal justificação. Este facto é de difícil resolução. Com certeza que este comodismo também influenciou aqueles que responderam “Falta de Ecoponto”, uma vez que se conhecem ecopontos em vários pontos da vila e também nas aldeias. Não pode haver um à porta de cada qual.
4ª – Os freixenistas sabem corresponder correctamente os materiais aos respectivos contentores, principalmente no caso do papel e do vidro. Mas, mesmo no caso dos pacotes do leite, mais de metade acertou no contentor. Esta é uma questão que ainda recentemente foi alvo de sensibilização, nomeadamente a nível publicitário.
5ª – Apesar de tudo, ainda precisam de mais informação, facto evidenciado pela rasteira das lâmpadas.
6ª – A grande maioria dos freixenistas acha que sabe distinguir ecoponto de ecocentro.
Formandos da Turma B
Curso EFA-NS
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