domingo, 19 de julho de 2009

Mensagem de João Pereira

Tenho muito orgulho em ter sido formador deste conjunto formidável de formandos. Foram abnegados e persistiram na obtenção do seu grande objectivo, o 12.º ano. Trabalharam muito, ao contrário do que muitos otários propalam por aí. O seu esforço foi muito meritório. No entanto, devem ter consciência que o mundo de hoje exige formação permanente e que o caminho se faz caminhando. Gostei muito de ter sido vosso formador! Até sempre!

Distribuição dos Cabazes da Feira Solidária











A turma B, com os seus 513€ resultantes da "Feira Solidária", adquiriu dezassete cabazes de produtos alimentícios e distribuiu-os por outros tantos agregados familiares carenciados do concelho de Freixo de Espada à Cinta. A distribuição aconteceu no dia 16 de Julho, penúltimo dia deste curso.

Jantar de Fim de Curso


No passado dia 8 de Julho, no restaurante Zona Verde, decorreu um alegre convívio com o intuito de comemorar o fim deste curso EFA. O repasto estava maravilhoso e a noite foi muito agradável!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Última edição de A Voz do EFA


Eis que chega ao fim o caminho do nosso jornal! Este terceiro número é dedicado ao turismo, a algumas das maravilhas que podem ser encontradas em Freixo de Espada à Cinta. Esta terra precisa do turismo, precisa de cativar visitantes. Beleza não lhe falta! Aceite o nosso convite e vesite-a.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Fotografias da Exposição da turma A











Exposição sobre o Dia Mundial do Ambiente









As turmas do Curso EFA-NS da nossa escola assinalaram este dia com uma exposição de cartazes, bem como com a publicitação dos resultados de dois inquéritos entretanto elaborados. Publicamos agora as fotografias da exposição da turma B. Oportunamente publicaremos as da turma A.




Ainda a propósito da Feira Solidária

O texto que abaixo publicamos foi redigido por uma formanda da turma B, por solicitação da equipa que elabora o jornal da nossa escola, o "Terra Manuelina".


REFLEXÃO ACERCA DA FEIRA SOLIÁRIA

Nos dias 28, 29 e 30 de Abril o Curso EFA-NS organizou uma actividade integradora com o nome “Feira Solidária”.
A actividade durou apenas três dias, no entanto, para que tudo pudesse correr pelo melhor, tivemos que trabalhar muitos mais.
Desde cartazes, folhetos, convites e planificação. Esta última foi muito importante para que todos soubessem as respectivas tarefas e não sucedem atropelos inesperados durante a feira.
Modéstia à parte, acredito que organizamos tudo muito bem, desde as encomendas de bebidas e comida, passando pelos contactos com as atracções musicais, publicidade, etc.
Como acima referido, cada um tinha um lugar específico para trabalhar.
Eram duas barracas de rifas e duas de comes e bebes, ou seja, uma barraca de cada para cada turma.
Nas barracas de rifas podíamos encontrar entre outras coisas mochilas, serviços de café, peluches, bibelôs etc.
Nas barracas dos comes e bebes tivemos desde o caldo verde, bifanas, moelas, cachorros, peixes do rio, tordos, callos e sobremesas diversas.
Os primeiros passos desta actividade foram algo hesitantes. As pessoas estavam com receio que a adesão dos freixenistas não fosse grande. No entanto, começou a feira e reparamos que às 21:30 já tínhamos esgotado a comida e o que inicialmente temíamos estava bem longe de acontecer!
As hesitações iniciais foram ultrapassadas muito por causa da nobreza do objectivo que a feira encerrava: auxiliar pessoas desfavorecidas.
Foram 3 dias em grande. O resultado final superou todas as expectativas e foi um sucesso, e ainda bem que assim foi, pois tratou-se de uma feira solidária e como o nome assim o diz é para ajudar pessoas necessitadas.
Todos nós trabalhamos, foi um excelente trabalho de equipa!


Regina Faustino
Turma B Nº 7

terça-feira, 2 de junho de 2009

Hábitos de reciclagem dos Freixenistas

No âmbito do Núcleo Gerador Programação, os formandos da turma B do curso EFA-NS da nossa escola elaboraram e puseram no terreno um questionário destinado a estudar os hábitos de reciclagem dos freixenistas. O mesmo decorreu durante a segunda quinzena do mês de Maio, tendo sido obtidos cem inquéritos correctamente preenchidos. Claro está, só foram abordadas pessoas residentes em Freixo de Espada à Cinta. Factores tais como idade, sexo ou profissão não foram tidos em conta.


1ª Questão – Lança, ainda que raramente, lixo para o chão?
Sim – 39%
Não – 61%

2ª Questão – Faz, habitualmente, a separação dos lixos domésticos?
Sim – 24%
Não – 76%

3ª Questão – Se não, porquê?
Comodismo – 32 pessoas (42,11%)
Falta de ecoponto – 28 pessoas (36,84%)
Outra razão – 16 pessoas (21,05%)

4ª Questão – Em que contentor do ecoponto coloca o papel?
Azul – 87% [Esta é a resposta certa]
Verde – 1%
Amarelo – 5%
Não respondeu – 7%

5ª Questão – Em qual coloca o vidro?
Azul – 2%
Verde – 91% [Esta é a resposta certa]
Amarelo – 0
Não respondeu – 7%

6ª Questão – Em qual coloca os pacotes de leite?
Azul – 37%
Verde – 2%
Amarelo – 52% [Esta é a resposta certa]
Não respondeu – 9%

7ª Questão – Em qual coloca as lâmpadas fundidas?
[Esta foi uma pequena armadilha que o grupo quis colocar no questionário]
Azul – 5%
Verde – 37%
Amarelo – 7%
Não respondeu – 51% [Esta é a resposta certa]

8ª Questão – Sabe distinguir ecoponto de ecocentro?
Sim – 85%
Não – 15%


Conclusões:

1ª – Ainda há muitos freixenistas a lançarem lixo para o chão.

2ª – São muito poucos os freixenistas que fazem a separação dos lixos domésticos. É necessário sensibilizá-los para a fazerem.

3ª – Entre os que a não fazem, o comodismo é a principal justificação. Este facto é de difícil resolução. Com certeza que este comodismo também influenciou aqueles que responderam “Falta de Ecoponto”, uma vez que se conhecem ecopontos em vários pontos da vila e também nas aldeias. Não pode haver um à porta de cada qual.

4ª – Os freixenistas sabem corresponder correctamente os materiais aos respectivos contentores, principalmente no caso do papel e do vidro. Mas, mesmo no caso dos pacotes do leite, mais de metade acertou no contentor. Esta é uma questão que ainda recentemente foi alvo de sensibilização, nomeadamente a nível publicitário.

5ª – Apesar de tudo, ainda precisam de mais informação, facto evidenciado pela rasteira das lâmpadas.

6ª – A grande maioria dos freixenistas acha que sabe distinguir ecoponto de ecocentro.



Formandos da Turma B
Curso EFA-NS

sábado, 9 de maio de 2009

Países Fundadores da CEE


Exactamente! Os países que fundaram a então CEE foram: França, Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo (BENELUX).

Dia da Europa
















Hoje é dia da Europa. Como tal, o Curso EFA não poderia deixar de assinalar a data. Fizemo-lo com uma singela exposição. Aqui poderão encontrar fotografias desse pequeno evento.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Já agora, ainda mais imagens...




Esperamos que aqueles que cá não vieram tenham ficado agora um pouco arrependidos...

Mais fotografias




Fotografias da Feira Solidária




Queremos partilhar com vocês algumas imagens da nossa actividade integradora.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Feira Solidária


Terminou a nossa Feira.

Trabalhámos arduamente, mas acreditamos que fomos muito bem sucedidos!

A aceitação por parte dos Freixenistas foi muito boa e tivemos três dias muito concorridos.

É muito bom quando se consegue atingir o pretendido!

Muito obrigado a todos aqueles que contribuiram para a realização da nossa actividade integradora!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Jornal do EFA


Estamos em condições de descansar todos aqueles (e são muitos, mesmo muitos) que estão em pulgas para poderem deitar a mão ao segundo número do nosso jornal... Atenção!! Ele já está pronto e começa a ser distribuído durante a nossa Feira Solidária. Não terá preço de capa, mas quem quiser contribuir com alguma coisa (leia-se, alguns cêntimos ou euros) pode fazê-lo. Pedimos alguma paciência. Para a semana já o poderão desfrutar... Obrigado!
Esta montagem fotográfica foi elaborada pela formanda Elisabete Louças.

Feira Solidária


Por estes dias, andamos todos atarefados a preparar a próxima actividade integradora. Se S. Pedro resolver ajudar, cremos que vai ser algo em grande. Todos são muito bem vindos!!
Temos muita e boa comida e bebida, barracas com rifas, venda de roupas, música, jogos, etc.
Venham e divirtam-se. Ao fazê-lo, estarão a ajudar quem mais precisa!
Sejam solidários!
P.S. (Atenção! Isto é apenas um Post Scriptum): Os preços são muito, mas mesmo muito acessíveis! Quanto à qualidade da comida... Oh! disso nem se fala! Caso não acredita, venha, prove e comprove!
Apostamos que não se arrependerá!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A Voz do EFA


Está quase a chegar o segundo número do nosso jornal.

"SETE PASSOS"


“Sete Passos” pelas ruas de Freixo de Espada à Cinta


No tempo da Quaresma, as gentes da vila de Freixo de Espada à Cinta continuam a manter viva a tradição da procissão dos “Sete Passos”.
O ritual, único em todo o país, tem uma organização que passa de pais para filhos, não havendo espaço para a entrada de pessoas estranhas.
Quando o relógio da Torre Heptagonal assinala o primeiro batimento das doze badaladas a iluminação pública da vila é apagada, ficando todo o percurso escuro como o breu.
Dá-se então início à procissão que percorre as principais ruas da localidade, que são escolhidas ao acaso, para ver passar o ritual de Encomendação das Almas. O percurso tem início junto à porta principal da Igreja Matriz e demora cerca de duas horas.
O grupo coral que acompanha a procissão entoa um cântico dolente e penetrante, cantado em português e latim, apenas junto a igrejas e encruzilhadas.
A figura principal de toda a procissão é a “velhinha”, uma personagem vestida de negro, que percorre todo o trajecto curvada, com “cajado” na mão e com uma lanterna alimentada a azeite na outra. Outro dos elementos em destaque neste ritual é uma bota com vinho, que significa o sangue derramado de Cristo.
Há períodos da procissão em que as pessoas se aproximam da velhinha com humildade, em sinal de penitência, que dá de beber, apenas, a quem demonstre respeito e arrependimento. A identidade de quem encarna tal personagem é sempre motivo de curiosidade, já que não é fácil saber de quem se trata.
Quanto à designação “Sete Passos” é entendida como o compasso, visto que toda a procissão é efectuada ao ritmo de um compasso de sete passos, bem medidos e compassados.
Os sons das peças de ferro, presas a uma corrente e puxadas por dois homens encapuzados, que são arrastadas ao longo do trajecto tornam a via-sacra ainda mais penitente.
A última noite dos “Sete Passos” é a mais esperada por todos os freixenistas, já que nas anteriores seis sextas-feiras todas as personagens que compõem a procissão são masculinas. Na Sexta-feira Santa juntam-se às restantes personagens um grupo de mulheres, conhecidas pelas três Marias.
Esta procissão é encarada com respeito, arrependimento e penitência sentimentos característicos dos ambientes medievais que se viveram em Freixo de Espada à Cinta. Nesses tempos, esta procissão também tinha outro objectivo, era oferecer bens alimentares pela alma dos entes queridos, não existindo a agora típica velhinha, mas sim uma mesa com todos esses bens. Mais tarde, alguém se lembrou de retirar a mesa e a pessoa que quisesse ofertar seria a velhinha. Mais tarde essa típica velhinha era escolhida por alguém e não se podia recusar. Mas a velhinha ao ser escolhida sabia que provavelmente algo lhe ia acontecer de mal (ajuste de contas), pela pessoa que a convidou. Como é tradição a vila estar às escuras, a distância que separa a velhinha das vozes propiciava o cenário ideal para esse ajuste de contas, pois não haveria assim provas do crime.


Sónia Mora Rebanda

Coisas muito boas


Tradições gastronómicas do Carnaval e da Páscoa em Freixo

Ao contrário do que acontece com outros feriados e celebrações religiosas, a Páscoa não tem uma data fixa. Assim, no Concílio de Niceia (séc. IV d.C.) convencionou-se que a data da Páscoa fosse calculada em função da Lua, entre os dias 22 de Março e 25 de Abril. Deste modo, o domingo de Páscoa é marcado para a primeira Lua Cheia depois do início da Primavera. Sendo que a Primavera, este ano, se inicia a 20 de Março, a Lua Cheia determina que a Semana Santa se celebre entre 5 (Domingo de Ramos) e 12 de Abril (Domingo de Páscoa).
O início destas celebrações começa a seguir ao dia de Carnaval. Neste dia de folia, os crentes celebram a ocasião com uma refeição típica da nossa região, que é um cozido só à base de carne de porco. É confeccionado com o postorelho, os pés e alguns enchidos, como o salpicão de ossos. No dia seguinte, Quarta-feira de cinzas, não se pode comer qualquer tipo de carne, só peixe. Estamos no início dos quarenta dias que antecedem o Domingo de Páscoa, ou seja, a Quaresma, que para os cristãos é um período de oração, penitência e (alguma) abstinência, embora, hoje em dia, os portugueses não sejam muito rigorosos na observância destas práticas, pelo menos em comparação com os de antigamente. A título de exemplo, no passado, durante a Quaresma, havia a total proibição de ingestão de alimentos de origem animal.
A Páscoa é a festa mais importante do mundo cristão, uma vez que se celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo. Ao contrário do que possamos pensar, a Páscoa é muito mais marcante do que o próprio Natal, já que o acontecimento determinante para o mundo cristão é celebrado na Páscoa: a ressurreição de Jesus.
A Páscoa que se celebra nos dias de hoje pouco ou nada tem a ver com a que era inicialmente celebrada tendo sido deturpada ao longo do tempo, sobretudo com a introdução de inúmeros rituais de origem pagã.
A Páscoa em Freixo de Espada à Cinta é uma época característica de presentes cerimoniais, sobretudo de índole alimentar, e os presentes da Páscoa levam o nome genérico de «folares».
O rio Douro marca o limite da difusão de um tipo de folar “empada”. Freixo de Espada à Cinta, situado em Trás-os-Montes, não deixa de ter também a sua tradição da empada. É uma massa normal, feita com farinha, ovos, leite, manteiga e azeite, que encerra pedaços de carne de porco, presunto e rodelas de salpicão, cozidos dentro de massa, que junto deles fica mais tenra com a gordura que deles se desprende. Há, ainda, uma empada que também contempla o azeite como ingrediente, sendo também muito apreciada. Tal como a anterior, também é enriquecida com carne. Somos a única zona de Trás-os-Montes em que as empadas são achatadas e rectangulares. As empadas em Freixo são feitas no forno onde normalmente se coze o pão. E muito próximo ao domingo de Páscoa.
Além de fazer as empadas, os Freixenistas aproveitavam o forno a lenha para fazerem os bolos dormidos, os matrafões e os fidalguinhos, que também são bolos tradicionais da Páscoa.
Para as refeições de domingo de Páscoa, qualquer pessoa tem um bocadinho de cabrito para assar no forno.
A partir dos anos cinquenta, criou-se o hábito de, na segunda-feira de Páscoa, se ir comer o folar para a Matança, sobretudo desde que as obras da barragem espanhola do Saltinho (Salto) se iniciaram. Chama-se a isto desfazer o folar. Assim, aproveitando o bom tempo que normalmente se faz sentir, de posse de uma boa merenda (antigamente, mais na Matança, hoje, mais na Congida) as gentes de Freixo vão comer ao ar livre. O repasto é constituído por carnes assadas, não faltando o cabrito, mas, desta vez, não assado no forno, mas sim na brasa, muitas variedades de sobremesas e bebidas. É um dia de folia e só termina ao cair da noite. Foi assim que nasceu o feriado municipal, até porque ninguém ficava em casa....
Elisabete Louças

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Editorial do 2º número de "A Voz do EFA"

Eis que chega às vossas mãos o segundo número de “A Voz do EFA”. Foi feito com gosto e entusiasmo e ambiciona ser do vosso agrado.
O presente número do nosso jornal é dedicado a três temas: a amendoeira, a seda e as tradições religiosas e pagãs vividas em Freixo, entre o Carnaval e a Páscoa.
Vivemos neste cantinho de Portugal e, apesar de não estarmos à beira-mar, também aqui somos um jardim plantado. Em Março, somos visitados por milhares de pessoas que, para além da boa gente e da boa comida, vêm para ver o deslumbrante manto florido proporcionado pelas amendoeiras. Espectáculo arrebatador que nos é providenciado pela mãe natureza em conjunto com o labor das mãos humanas. O fruto dessa divina árvore é muito utilizado na gastronomia, particularmente na doçaria. Aqui vos deixamos três receitas para que possam levar a amêndoa à vossa mesa. Pena é que nem tudo vá bem com esta produção, pois, por exemplo, não é fácil competir com os grandes produtores, nomeadamente a Califórnia, responsável por 95 % da produção mundial de amêndoa.
Mas Freixo também está reconhecidamente ligado à produção da seda. A entrevista deste número é dedicada a este tema. Quem se dispuser a lê-la por certo irá aprender algo de novo sobre esta arte tão antiga.
Finalmente, resolvemos incluir neste número uns apontamentos sobre algumas das tradições que, nesta quadra que medeia entre o Carnaval e a Páscoa, se vivem em Freixo de Espada à Cinta. Aqui surgem, por exemplo, o “Enterro do Entrudo”, os “Sete Passos” ou, ainda, o rebentamento do Judas.
Freixo é uma terra com fortes tradições, algumas delas bem curiosas e próprias daqui. Consideramos que elas merecem e deveriam ser alvo de uma mais profusa divulgação, pois isso atrairia ainda mais visitantes a este belo recanto da lusitana terra.

terça-feira, 31 de março de 2009

Feira Solidária


Como Actividade Integradora, estamos a desenvolver um projecto intitulado "Feira Solidária". Estamos a publicitá-lo com cartazes e panfletos e aceitamos a colaboração de todos. Fazer o bem faz-nos bem!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Freixenistas contentes

Os Freixenistas estão satisfeitos com oferta de equipamentos culturais e de lazer do seu concelho

No âmbito do Núcleo Gerador “Equipamentos e Sistemas Técnicos”, da Área de Competência Chave de Cultura, Língua e Comunicação, a turma B do Curso EFA (Educação e Formação de Adultos) realizou um inquérito sobre a oferta de equipamentos culturais e desportivos em Freixo de Espada à Cinta, bem como o nível de utilização que lhes é dado pelos freixenistas. O inquérito decorreu na primeira quinzena de Fevereiro. Para o efeito, foram inquiridas noventa e cinco pessoas, todas com mais de dezoito anos e com residência em Freixo.

1ª Questão: Acha suficiente a oferta de equipamentos culturais em Freixo?

69,47 % respondeu que sim.
29,47 % respondeu que não.
1,05 % não sabe ou não respondeu.


2ª Questão: Costuma utilizar os equipamentos culturais ou desportivos existentes em Freixo?

63,16 % respondeu que utiliza os equipamentos.
36,84 % respondeu que não utiliza os equipamentos.


3ª Questão: Se sim, quais?

Equipamentos
Utilizadores
1º Gimnodesportivo (incluindo o ginásio com os aparelhos)
40
2º Auditório Municipal
27
3º Biblioteca Municipal
12
4º Piscinas
4
5º Museus
1
6º Parque Infantil
1


4ª Questão: Qual a periodicidade da sua utilização?

Periodicidade
Nº de inquiridos
Diária
8
Duas ou três vezes por semana
12
Semanal
20
Quinzenal
1
Mensal
15
Raramente
4
Não sabe responder
6



5ª Questão: Quais são os equipamentos culturais ou desportivos que mais falta fazem a Freixo?

Equipamentos
Nº de inquiridos
Piscina com aulas de natação e hidroginástica
9
Academia de dança (incluindo danças de salão)
21
Academia de ginástica
4
Escola de música
16
Parque desportivo com campo de futebol relvado (sintético ou natural)
11
Salão de convívio para idosos
3
Salão de jogos comunitário
3
Coreto para a banda
1
Recinto para desportos radicais
1
Circuito de manutenção
3
Arquivo municipal
3
Parque infantil mais moderno no jardim da vila
2
Atelier de pintura e bordados
1
Rádio local
2
Pavilhão multiusos
1
Os que existem chegam, mas deviam ter melhor qualidade
3

domingo, 15 de março de 2009

Orgulho nos formandos

Em Abril de 2008 arrancou, na nossa Escola, o Curso EFA (Educação e Formação de Adultos), nível secundário. Em boa hora isso sucedeu. É de louvar o empenho que as pessoas que presidem aos destinos da EB 2,3 de Freixo demonstraram em ter cá este tipo de formação.
Neste momento, quando estamos a poucos meses do fim da formação, é de relevar o estoicismo daqueles que estão na antecâmara da obtenção do 12º ano de escolaridade. Não é fácil vir cinco dias por semana, quatro horas por dia, em regime pós-laboral, para a escola e demonstrar o empenho que eles reiteradamente exibem. Como seu formador, devo dizer que tenho orgulho neles e considero-os um exemplo de perseverança.
Ao contrário do que algumas vozes mal informadas propalam, este curso não é uma brincadeira, não é um convívio que se prolonga por mais de um ano, nem sequer um passeio pelo parque. São exigidos aos formandos muitos trabalhos, a realização de muitas aprendizagens e a demonstração cabal de variadíssimas competências. Se tivesse o grau de dificuldade que a maledicência levianamente difunde, o número de formandos seria, seguramente, muito superior.
Por fim, uma palavra de reconhecimento para os familiares dos nossos formandos. De certa maneira, também eles viram alterada a costumada rotina e tiveram que introduzir algumas alterações no seu quotidiano. Esta referência é de agradecimento e pretende, também, ser um incentivo para que continuem a apoiar os seus denodados familiares.

João Pereira, formador do Curso EFA.

sexta-feira, 6 de março de 2009
















Mais exemplos...















Estas imagens são da autoria do formando Carlos Eugénio, turma A, e são um excepcional exemplo do trabalho que é possível fazer com a fotografia digital.






Mais dois trabalhos da referida exposição.












Estas fotografias são de uma exposição de trabalhos dos formandos da Turma A, realizados no âmbito da Área de Competência-Chave de Cidadania e Profissionalidade, subordinada ao tema: "O Património Local" .








sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009













Temos um formando que é um apaixonado pela arte da fotografia! Revela muita sensibilidade artística e produz maravilhas com a máquina fotográfica e com o software de tratamento de imagens! Queremos partilhar convosco alguns exemplos disso mesmo...