Eis que chega às vossas mãos o segundo número de “A Voz do EFA”. Foi feito com gosto e entusiasmo e ambiciona ser do vosso agrado.
O presente número do nosso jornal é dedicado a três temas: a amendoeira, a seda e as tradições religiosas e pagãs vividas em Freixo, entre o Carnaval e a Páscoa.
Vivemos neste cantinho de Portugal e, apesar de não estarmos à beira-mar, também aqui somos um jardim plantado. Em Março, somos visitados por milhares de pessoas que, para além da boa gente e da boa comida, vêm para ver o deslumbrante manto florido proporcionado pelas amendoeiras. Espectáculo arrebatador que nos é providenciado pela mãe natureza em conjunto com o labor das mãos humanas. O fruto dessa divina árvore é muito utilizado na gastronomia, particularmente na doçaria. Aqui vos deixamos três receitas para que possam levar a amêndoa à vossa mesa. Pena é que nem tudo vá bem com esta produção, pois, por exemplo, não é fácil competir com os grandes produtores, nomeadamente a Califórnia, responsável por 95 % da produção mundial de amêndoa.
Mas Freixo também está reconhecidamente ligado à produção da seda. A entrevista deste número é dedicada a este tema. Quem se dispuser a lê-la por certo irá aprender algo de novo sobre esta arte tão antiga.
Finalmente, resolvemos incluir neste número uns apontamentos sobre algumas das tradições que, nesta quadra que medeia entre o Carnaval e a Páscoa, se vivem em Freixo de Espada à Cinta. Aqui surgem, por exemplo, o “Enterro do Entrudo”, os “Sete Passos” ou, ainda, o rebentamento do Judas.
Freixo é uma terra com fortes tradições, algumas delas bem curiosas e próprias daqui. Consideramos que elas merecem e deveriam ser alvo de uma mais profusa divulgação, pois isso atrairia ainda mais visitantes a este belo recanto da lusitana terra.
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